domingo, 20 de janeiro de 2008

Daniel Blaufuks, Exile


meu amor o tempo que dor tremenda pronunciar estas palavras a ultima vez que te vi sobre mim o teu rosto tão inteiro e tão verdadeiro o teu corpo tão quente meu amor desfolho o livro do tempo e relembro estas mesmas palavras quebradas no chão as minhas lágrimas o teu adeus definitivo e lúcido a manhã de Janeiro destruída por um punhal invisível o meu coração que sangra até hoje

Sem comentários: