Diário solitário
domingo, 16 de dezembro de 2007
Navarro Vives, Atmosfera
Descoberta de Veneza
Porque fecho os olhos e por vezes parece que a neblina te atravessa. Ficas esparsa no horizonte de luz. Mas reconheço-te sempre. Sei distinguir-te. Conheço de cor os traços do teu rosto
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