sábado, 1 de março de 2008

poesia in progress (arquitectura)


As palavras como rios de seiva e como selvas de desejo sagaz, hoje, num espaço confinado ao inexcedível e ao interminável, planaram sobre os nossos corpos tenros.

Pessoalmente, a cada palavra, na sensibilidade possível, no palato e no cheiro, reportei-me para ti, deusa, sereia eterna, mulher, corpo de incêndio por acontecer no centro da minha vida.

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