Tal como a primavera também tu, corpo necessário, corpo fulcral, virás na cadência, solene e natural, do próprio dia. E, sobre cada desabrochar, sobre cada fonte de água essencial, sobre um azul cada vez mais pleno, assumirás, dentro de mim, no meu corpo ainda precário, uma revolução de amor com contornos catastróficos de felicidade.
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