(A realidade. As montanhas de neve erguidas em mim, os diversos mares onde entrepus o teu corpo, a cidade de luzes e torres de canais e castelos, a inverdade avassaladora deste mundo.)
Suspendo-te na minha reflexão, bem perto da fronteira onde os sonhos se reagrupam e os medos se reconfiguram. Não tenho mais a dizer-te do que isto. Entre o caos da realidade e a loucura das fantasias pouco mais de que um pássaro frágil e ténue.

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