sexta-feira, 24 de setembro de 2010



lá longe, lá tão longe que é tão próximo, habitam homens feitos de segredos sanguinários que se escondem nos carros e nas casas, nos parques públicos e nos hospitais, na profissão e nas esquadras de polícia, no casamento e nos cafés, viajam pela marcha urbana,

mas uma vez feita a ferida para sempre a cicatriz

1 comentário:

Anónimo disse...

...estou no meio dessa marcha...