
Prudência Coimbra
, a simetria do silencio Mas onde estás quando pergunto onde estásEm que pele encerras agora a tua bocaContinuo a habitar a casa brancaA selva antigaÀ tua espera como Blimunda à espera de BaltasarOnde estás quando pergunto onde estásE mesmo que eu não acredite firmemente no amorOu em jangadas que atravessam rios de sangue Onde estás quando pergunto onde estás
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